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A importância de delegar atividades

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Seja em casa, na empresa, em um condomínio ou em qualquer outro lugar, atividades sem pessoas responsáveis para executá-las, são e sempre serão, motivo de conflitos. Muitas vezes, as pessoas têm tantas coisas para fazer, que acabam esquecendo que sentar para distribuir tarefas poderia aliviar o “fardo” de todos.

Imagine um condomínio que contenha jardim, piscina, salão de jogos e festas, garagem, corredores, dentre outras partes. Suponhamos que seja uma mesma pessoa que tenha que limpar todos os ambientes, inclusive cuidar do jardim e limpar a piscina, qual será o resultado?

Dependendo do tamanho do condomínio, é bem provável que a piscina e o jardim não sejam bem cuidados na maior parte do tempo, pois geralmente não serão colocados como prioridade. Assim sendo, o mais adequado é ter uma pessoa especializada para cuidar do jardim e outra que venha para limpar a piscina.

Se cada atividade estiver incluída em um planejamento de limpeza, tendo um responsável e dias programados para serem realizadas, todos os lugares estarão limpos e não parecerá que existem tantas coisas para serem feitas.

Um dos pontos mais relevantes neste sentido, é ter-se a consciência de que todo e qualquer tipo de atividade é importante, seja no lugar que for. Dentro de uma empresa, por exemplo, costuma-se ter a equipe administrativa e de serviços internos, a equipe que atende clientes, a equipe que desenvolve produtos ou serviços, dentre outras específicas.

Diante desta realidade, não se pode afirmar que uma é mais importante do que a outra, pois todas são interdependentes e fazem parte de um contexto, de todo um processo que resultará em um produto ou serviço final. Mesmo a questão da limpeza da empresa é essencial para manter o ambiente agradável.

Dentro de casa funciona do mesmo modo, toda atividade que não tem um responsável, como lavar as roupas, organizar quartos de bagunça ou preparar as refeições, será constantemente a causa de confusões, pois todos ficam na expectativa de que o outro perceba e faça, ao passo que o outro pensa o mesmo ou talvez nem perceba aquilo que precisa ser feito.

Antes de se delegar atividades, é preciso primeiro fazer uma lista de tudo aquilo que precisa ser feito. Assim que existir uma lista, é possível delegar as atividades, considerando quais são as pessoas mais adequadas para cada uma delas. Se uma pessoa não sabe cozinhar, por exemplo, fica difícil para ela ser a responsável pelas refeições. O mesmo deve ser levado em conta nos demais casos.

Se apenas uma pessoa for responsável em arrumar as camas, guardar as roupas de todos, preparar as refeições, lavar e secar as louças, limpar todos os quartos e ainda limpar os demais cômodos da casa, será muito cansativo. Agora se cada pessoa for responsável pelas próprias coisas e pelo próprio quarto, sendo treinada desde pequena a organizar as suas coisas, a casa permanecerá sempre em ordem e não será pesado para ninguém, pois cada um tem a sua parte.

No contexto da empresa, se uma mesma pessoa for responsável por uma quantidade excessiva de atividades e ainda ter o hábito de absorver aquelas que não têm responsáveis, com o tempo, a qualidade do seu serviço poderá cair e ela poderá não dar conta de realizar tudo. Desta forma, por mais simples ou insignificante que algo pareça, é preciso ser delegado para alguém.

Só o fato de uma pessoa carregar a responsabilidade por atividades demais, já pode deixá-la cansada e se sentindo sobrecarregada, portanto, é essencial que cada um conheça os próprios limites e saiba dizer não, bem como tenha iniciativa para convocar uma reunião de distribuição de tarefas , o que dispensará muitos conflitos.


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